terça-feira, 27 de novembro de 2007
O porque deste blog.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
News
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Associação espanhola pretende montar curtume ecológico
Adrar - A Associação de Pesquisas de Curtumes e Anexos (AIICA, na sigla em espanhol), que tem sede em Barcelona, na Espanha, pretende construir na cidade de Adrar, na Argélia, um curtume ecológico, segundo informações do chefe do departamento de pesquisas da organização, José Maria Adzet, que está em visita ao país árabe.
Com capacidade de produção de aproximadamente 250 peles por dia, o curtume faz parte de um projeto piloto para a criação de outras estruturas similares nas províncias argelinas de Tindouf e Tamanrasset, segundo Adzet. O couro produzido no curtume será processado com produtos naturais encontrados na região e terá o selo "ecológico", muito valorizado na Europa.
Fonte: ANBA
"Bioleather"
http://www.mogiana.com/literatura/visualisa_lit.php?catalogo=20071105_222815.pdf
Curtimento vegegal vs. Indústria Automotiva
Com o passar do tempo, os curtumes com prioridade em curtimento vegetal demonstraram mais interesse no processo, principalmente aqueles direcionados à fabricação de couro para solados. Porém, a partir do final dos anos 90, a indústria automotiva européia começou a impulsionar o couro wet white para ser curtido em extrato vegetal e buscando cada vez mais a retirada do sulfato de cromo do processo industrial. Em 2000, os donos de curtumes da União Européia passaram a ouvir boatos de novas leis ainda mais severas contra o emprego do cromo nos couros para estofamento dos carros produzidos na União Européia. Continuam na expectativa quanto à aprovação, até o começo de 2006, de uma lei obrigando as montadoras a recolherem os carros trocados por modelos novos, para incinerar as peças não recicláveis.
A vida média de um automóvel na Europa é de oito anos. Como os carros naquele continente são baratos, o mercado de segunda mão praticamente inexiste. Quando um consumidor adquire um veículo, simplesmente abandona o antigo em qualquer lugar, mas isso vem sendo coibido pela legislação, a qual cada vez mais compromete os fabricantes com o desmanche, o descarte e a solução ambiental de cada peça e componente. Caso a nova lei entre em vigor, ao comprar um carro novo o consumidor deverá entregar o antigo para o fabricante desmanchar. E, se existe uma substância que ninguém quer ver incinerada e presente na atmosfera européia, são os sais de cromo.